Algumas palavras em primeira pessoa
O ano que passou foi fantástico para o Teatro do Clã. Estruturamos as bases do grupo, finalizamos mais uma etapa do Rei Cego, espetáculo que já contabiliza 27 apresentações. Ganhamos 15 prêmios em Festivais de Teatro – prêmios estes que não significam nada perto das palavras e sorrisos que presenciamos.
O ano que passou foi fantástico para o Teatro do Clã. Estruturamos as bases do grupo, finalizamos mais uma etapa do Rei Cego, espetáculo que já contabiliza 27 apresentações. Ganhamos 15 prêmios em Festivais de Teatro – prêmios estes que não significam nada perto das palavras e sorrisos que presenciamos.
Além disso, iniciamos um processo de treinamento sobre o trabalho do ator com a coordenação de Marcelo Bulgarelli que muito nos motivou. Desde o início das atividades do Teatro do Clã, sempre tivemos como objetivo desenvolver um treinamento que alicerçasse nossas produções artísticas. Mais do que a montagem do espetáculo, seguimos fielmente na busca por uma linguagem, por um modo de fazer que nos inspire e nos sustente.
Outra grande conquista de 2011, foi termos conseguindo trabalhar com colegas, profissionais do teatro muito competentes. Nomes como Raquel Cappelletto, Elário Kasper, Luciano Rhoden, Marcelo Bulgarelli, (esses diretamente) e ainda Jéferson Paz, Carrá, Sandra Dani, Ida Celina, Airton Tomazoni, Diego Ferreira, Helena Mello, Lucimaura Rodrigues e Silvana Vieira Ávila (me perdoem se esqueço de outros nomes) contribuíram muito para o nosso trabalho. A estes o nosso sincero agradecimento.
Para finalizar este pequeno resumo do que aconteceu em 2011, destaco o comprometimento e a organização interna de todos os integrantes do Teatro do Clã. Sempre defendi que um grupo não vai além sem uma boa organização institucional, e aos poucos estamos encontrando a nossa. Aos meus colegas Marcos Cardoso, Julio César Schuster, Jenifer Berlitz, Tuti Kerber e João Pedro Decarli o meu agradecimento e minhas expectativas para mais um ano em que “a arte que fazemos está demonstrando os artistas que somos…”
Cássio Azeredo


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