RAMAL 340: sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, estreia em Abril

A peça é produzida pela Marca Produções Culturais

         O convite surgiu ainda em 2013, quando o Coletivo Errática, grupo responsável pela realização da peça, elaborava a inscrição do projeto no Edital do FAC (Fundo de Apoio à Cultura) do Governo do Estado. Um dos objetivos do projeto era trabalhar com o máximo de profissionais da região para fomentar a cadeia produtiva da cultura em Montenegro e na região do Vale do Cai, proposta que tem sido defendida pela Marca Produções em outros projetos como o Montenegro em Cena.

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         Após a aprovação no edital do FAC o grupo iniciou os trabalhos, tendo as ruínas da Estação da Cultura como palco principal de sua criação. De lá pra cá, atores e equipe técnica improvisam, experimentam, debatem, escrevem e criam quase que diariamente para finalizar a peça, sob o olhar atento da diretora Jezebel De Carli.

         RAMAL 340: sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora tem estreia agendada para Abril deste ano. Serão seis apresentações gratuitas nas Ruinas da Estação Da Cultura e uma na Penitenciária Modular de Montenegro, local em que o grupo já realizou quatro encontros de teatro com as internas da ala feminina. Estão previstos ainda, performances que expõem o processo de criação da peça nas ruas de Montenegro e em cidades vizinhas

         Além da produção, a Marca também é responsável pela iluminação da peça.  A criação vai além dos materiais convencionais utilizados para iluminar as cenas e propõe o uso de refletores não convencionais como luminárias a partir de garrafas de vidro e outros dispositivos móveis que criem uma atmosfera cênica que dialoga com os demais elementos da encenação.

         “Está sendo um grande prazer estar produzindo e criando com o Coletivo. Pela ousadia do projeto, pela inovação que propõe em termos de linguagem, pela proposta que tem as ruínas como palco, e particularmente porque este é o primeiro projeto de montagem de teatro que produzimos sem estar vinculado diretamente a direção ou atuação. Olhar o fazer teatral a partir da ótica da produção tem nos permitido um mergulho sensível nas possibilidades de criar as condições para que público e artistas tenham um encontro concreto, potente e que produza significado para ambos”, comenta Cássio Azeredo.

 

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https://coletivoerratica.wordpress.com

 

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