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  • TEATRO DO CLÃ ESTRÉIA HOJE EM PORTO ALEGRE

    TEATRO DO CLÃ ESTRÉIA HOJE EM PORTO ALEGRE

    As quartas-feiras do mês de junho serão especiais para o Teatro do Clã. O grupo foi aprovado no projeto Novas Caras da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e realiza a temporada da peça O Rei Cego, nos dias 01, 08, 15 e 22 junho, às 20h no Teatro de Câmara Túlio Piva. Foram aprovados somente quatro grupos do estado para o Novas Caras neste primeiro semestre. “Mesmo que em 2010 a peça o Rei Cego já tenha realizado nove apresentações o grupo sente uma alegria de estréia, pois o espetáculo está completamente remodelado, comenta o diretor Cassiano Azeredo”.

    O Rei cego conta a história de um jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer a visão de seu pai de volta. A narrativa está repleta de elementos mágicos, seres fantásticos e tem como temas a confiança, a esperança e a justiça. Quatro atores cantam, dançam e representam para dar vida aos nove personagens desse conto popular de encantamento. A concepção do espetáculo tem um caráter rústico, no qual escadas, cubos, malas, tecidos e um boneco gigante interagem com a atuação dos artistas e a melodia de seus instrumentos.
    Compõe o elenco do espetáculo a atriz e professora Tuti Kerber, o ator e músico Julio César Schuster e o professor Marcos Cardoso. Neste ano o grupo agregou dois novos integrantes: João Pedro Decarli que completa o elenco e Jenifer Berlitz que atua na assistência de produção, divulgação e mídia. Lúcia Motta assina os adereços, Raquel Cappelletto os figurinos e Alice Ribeiro e Rita Spier a criação e orientação de manipulação de bonecos. A direção é de Cassiano Azeredo.

  • Olhares Internos – ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA

    Olhares Internos – ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA

    O espetáculo O Rei Cego é baseado num conto que traz figuras como príncipes, princesas, feitiços, seres fantásticos, mexendo com minhas lembranças da infância quando adorava ouvir as histórias que a professora contava. Isso me traz um sentimento de resgate e de prazer ao contar O Rei Cego para outras pessoas. Porém, agora estou do lado “de dentro” vivendo princesas, encontrando príncipes, dialogando com os seres fantásticos que antes povoavam somente minha imaginação infantil.

    E estando do lado “de dentro” dessa  dramaturgia, reflito sobre muitas questões que o conto traz. E o que mais me instiga o pensamento é a cegueira do rei. A cegueira de um bom soberano por certo deixa seu povo triste e inseguro. A cegueira traz limites e situação de superação para quem convive com ela. E ainda, além da cegueira dos olhos, podemos sofrer de outros tipos de cegueira? Será que tem coisas que preferimos não ver? Talvez o rei também não quisesse ver certas coisas ao seu redor. Ou melhor, preferiu desenvolver uma visão além das retinas, uma visão “com o coração”. Quem sabe…
    Meu avô era cego. Não na história, mas meu avô de verdade. Por mais de trinta anos não viu a luz do dia, nem a escuridão da noite, nem o rosto dos netos, nem as maldades do mundo. Talvez nesse último item ele tivesse levado vantagem!
    Pode ser por isso que essa questão da cegueira me toca tanto. Meu avô, apesar de cego, era a pessoa mais motivada e alegre que eu conheci. Sempre contente, pronto para contar piadas ou cantarolar músicas antigas. Todavia ele não tinha opção, sua cegueira era irreversível. Então relaciono com a história e fico me perguntando: até que ponto a cegueira do rei era somente visual? Ou seu coração e sua razão precisavam de outro tipo de visão para compreender o mundo que o cercava? Que tipo de visão cada um de nós utiliza no seu cotidiano?
    Certamente há coisas que somente enxergamos quando fechamos nossos olhos.

    Por Tuti Kerber
  • RETA FINAL

    Enfim a tão temida e sonhada reta final. Fico me perguntando se algum dia esta etapa que antecede a estréia de um espetáculo acontecerá com o ideal de tranqüilidade que sonhamos? Este momento é sempre tenso, repleto de dúvidas, de cansaço, de pressão, de saudade da cama…, mas é também um período onde as coisas começam se encaixar e se definir. Ainda falta muito. Principalmente porque não temos os recursos financeiros necessários para fazer tudo o que projetamos. O que nos salva é a vontade deste grupo de literalmente rasgar espaço na agenda para conseguir se encontrar quase que diariamente. Não me canso de repetir que “a qualidade de um trabalho é relativa a quantidade de trabalho”. Não posso deixar de mencionar a vontade dos competentes e amáveis parceiros que encontramos pelo caminho: A eles o nosso mais sincero agradecimento!
    Para ir esquentando o clima, lanço a série olhares internos onde os atores e equipe revelam as suas motivações pessoais para a montagem de O Rei Cego.
    Forte Abraço,
    Cássio Azeredo
  • BLOG DESATUALIZADO

    Olá amigos!

    Ficamos alguns dias sem postar devido a um erro no blog, que felizmente já foi corrigido.

    Forte Abraço,

    Cássio Azeredo – Teatro do Clã

  • “EXPERIMENTOS TEATRAIS NA ESCOLA” DISCUTE POSSIBILIDADES E CAMINHOS PARA INSERÇÃO DO TEATRO NA SALA DE AULA.

    O mini-curso “Experimentos Teatrais na Escola”, ministrado pelo professor Cássio Azeredo no 18º Seminário Nacional de Educação de Giruá, foi muito intenso para todos os participantes. A programação que abordou principalmente duas possíveis linhas para o ensino do teatro na sala de aula, as abordagens contextualista e essencialista, resultou em uma vivência teórico-prática na qual os participantes, além de experimentarem a criação cênica, também iniciaram uma discussão que poderá nortear suas atividades em sala de aula. Mais de 70 professores, estudantes e pedagogos estiveram presentes divididos em dois turnos. “Apesar de ter sido tudo muito rápido, pois o mini-curso teve a duração de 4h por grupo, foi muito produtivo. Poucas vezes encontrei alunos tão dispostos a experimentar e espero que esta experiência seja o início de uma grande discussão sobre a inserção do teatro na escola”, comenta Cássio Azeredo.

    Cerca de 550 pessoas participaram da maratona de cursos e palestras do Seminário, que contou com nomes consagrados, como o professor universitário e colunista do Jornal Correio do Povo Juremir Machado, do professor pós-doutor Pedro Demo e da Secretária Estadual de Meio Ambiente Jussara Cony.

  • “EXPERIMENTOS TEATRAIS NA ESCOLA” DISCUTE POSSIBILIDADES E CAMINHOS PARA INSERÇÃO DO TEATRO NA SALA DE AULA.

    O minicurso “Experimentos Teatrais na Escola”, ministrado pelo professor Cássio Azeredo no 18º Seminário Nacional de Educação de Giruá, foi muito intenso para todos os participantes. A programação que abordou principalmente duas possíveis linhas para o ensino do teatro na sala de aula, as abordagens contextualista e essencialista, resultou em uma vivência teórico-prática na qual os participantes, além de experimentarem a criação cênica, também iniciaram uma discussão que poderá nortear suas atividades em sala de aula. Mais de 70 professores, estudantes e pedagogos estiveram presentes divididos em dois turnos. “Apesar de ter sido tudo muito rápido, pois o minicurso teve a duração de 4h por grupo, foi muito produtivo. Poucas vezes encontrei alunos tão dispostos a experimentar e espero que esta experiência seja o início de uma grande discussão sobre a inserção do teatro na escola”, comenta Cássio Azeredo.
    Cerca de 550 pessoas participaram da maratona de cursos e palestras do Seminário, que contou com nomes consagrados, como o professor universitário e colunista do Jornal Correio do Povo Juremir Machado, do professor pós-doutor Pedro Demo e da Secretária Estadual de Meio Ambiente Jussara Cony. 
  • Professor Cássio participa de Seminário Nacional de Educação

    Entre os dias 18 e 21 de maio, Cássio Azeredo estará representando o Teatro do Clã e a Fábrica de Sonhos no 18º Seminário Nacional de Educação de Giruá/RS. Na oportunidade Cássio estará propondo o minicurso Experimentos Teatrais na Escola, compartilhando as experiências desenvolvidas tanto na Fábrica de Sonhos quanto no Teatro do Clã. “Fazer teatro na escola é antes de tudo fazer teatro e mesmo que o objetivo seja utilizar-se do teatro para alcançar outras finalidades é preciso um mínimo de conhecimento sobre o fazer teatral”, comenta Cássio.

    A 18ª edição do Seminário de Educação de Giruá tem como tema central: “Os desafios da Educação frente aos resultados”. Pretende ser um espaço onde os profissionais da educação, bem como os demais envolvidos com esta área, possam analisar a relação entre a prática docente e os resultados, entendendo que ambas estão correlacionadas e precisam ser entendidas como uma ferramenta essencial de avaliação e de intervenção constante na busca da aprendizagem. “Será um imenso prazer estar contribuindo e trocando conhecimentos com os profissionais da educação da região das missões. Espero também conhecer e fomentar algumas iniciativas teatrais contribuindo para a ampliação da pesquisa em teatro, principalmente trazendo o trabalho do ator como ponto central da criação”, finaliza Cássio. Mais informações em: http://seminarioeducacao.girua.rs.gov.br

  • TEATRO DO CLÃ NO 18º SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO DE GIRUÁ

    TEATRO DO CLÃ NO 18º SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO DE GIRUÁ

    Entre os dias 18 e 21 de maio, Cássio Azeredo estará representando o Teatro do Clã e a Fábrica de Sonhos no 18º Seminário Nacional de Educação de Giruá/RS. Na oportunidade Cássio estará propondo o minicurso Experimentos Teatrais na Escola, compartilhando as experiências desenvolvidas tanto na Fábrica de Sonhos quanto no Teatro do Clã. “Fazer teatro na escola é antes de tudo fazer teatro e mesmo que o objetivo seja utilizar-se do teatro para alcançar outras finalidades é preciso um mínimo de conhecimento sobre o fazer teatral”, comenta Cássio.

    A 18ª edição do Seminário de Educação de Giruá tem como tema central: “Os desafios da Educação frente aos resultados”. Pretende ser um espaço onde os profissionais da educação, bem como os demais envolvidos com esta área, possam analisar a relação entre a prática docente e os resultados, entendendo que ambas estão correlacionadas e precisam ser entendidas como uma ferramenta essencial de avaliação e de intervenção constante na busca da aprendizagem. “Será um imenso prazer estar contribuindo e trocando conhecimentos com os profissionais da educação da região das missões. Espero também conhecer e fomentar algumas iniciativas teatrais contribuindo para a ampliação da pesquisa em teatro, principalmente trazendo o trabalho do ator como ponto central da criação”, finaliza Cássio. Mais informações em: http://seminarioeducacao.girua.rs.gov.br
  • 2011: CONSOLIDAÇÃO E NOVOS CAMINHOS

    2011: CONSOLIDAÇÃO E NOVOS CAMINHOS

    O ano mal começou e o Teatro do Clã já está trabalhando com muita intensidade. O grupo finalizou mais uma etapa do projeto O Rei Cego, intitulado “escavações teóricas”, momento em que o elenco adentrou no universo desse conto popular de encantamento. “Essa etapa foi fundamental para o trabalho, pois reinventamos, redescobrimos, modificamos nossa concepção e encontramos nossa motivação pessoal para esta montagem”, comenta Cassiano Azeredo diretor do espetáculo.  Além disso, “O Rei Cego” foi aprovado no FUMDESC – Fundo Municipal de Cultura de Montenegro, o que possibilitará auxilio financeiro para a reestruturação do cenário, figurino e adereços, bem como a inserção de novos profissionais no projeto. São eles:

     Luciano Rhoden, bacharelando em Musicoterapia no Instituto Superior de Música (ISM) em São Leopoldo/RS, professor de acordeon da FUNDARTE e acordeonista do Quinteto Persch, que auxiliará na preparação musical do grupo.
    Rosimari Oliveira, bacharel em Canto pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e professora da FUNDARTE/UERGS que fará a preparação vocal do elenco.
    Alice Ribeiro, formada em Artes Visuais (Licenciatura/2002 e Bacharel/2003) pelo Centro Universitário Feevale e Pós Graduada em Poéticas Visuais: Desenho, Pintura e Instalação – Processos Híbridos pela mesma instituição fará a construção e orientação de manipulação de bonecos.
    Raquel Cappelletto, figurinista há mais de 13 anos. Formada em artes cênicas. Trabalha com o grupo UEBA no qual criou os figurinos das peças A Megera Domada, Felinícias, Zão e Zoraida entre outros. Vencedora do Prêmio Açorianos de figurinos em dança no ano de 2007.

    Através do FUMDESC, o grupo irá realizar cinco apresentações gratuitas do espetáculo em escolas  de Montenegro. Além disso, o grupo foi aprovado no Projeto NOVAS CARAS, promovido pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Este projeto visa apresentar os novos nomes da cena teatral gaúcha. O grupo estará na Capital nas quartas-feiras de junho, dias 01, 08, 15 e 22, sempre às 20h, no Teatro de Câmara Túlio Piva. Na cidade de Farroupilha o grupo irá realizar algumas apresentações em datas ainda confirmar.
    O Teatro do Clã agregou dois novos integrantes: João Pedro Decarli e Jenifer Berlitz. João integra o elenco do espetáculo O Rei Cego e Jenifer está atuando na assistência de produção, divulgação e mídia.
    Para finalizar este quadro de boas notícias, o grupo firmou parceria com Marcelo Bulgarelli (Ator do Teatro Torto, vencedor do prêmio Açorianos de melhor ator 2010, com o espetáculo Dia Desmanchado) que está realizando um treinamento contínuo sobre a ação teatral a partir dos princípios da Biomecânica, experiência aprimorada em seu trabalho e desenvolvida nos dois anos em que esteve na Itália estudando biomecânica teatral na escola de Gennadi Bogdanov, descendente direto de segunda geração do grande encenador russo Vsevolod Meyerhold.
    Bons ventos ao Grupo!
  • 2010: SILÊNCIO CRIATIVO

    2010: SILÊNCIO CRIATIVO

    O ano de 2010 foi intenso para o Teatro do Clã. Os encontros iniciaram ainda em janeiro do mesmo ano. De lá pra cá foram trabalhos de mesa sobre o Rei Cego, dúvidas, questionamentos, filosofias, dúvidas, experimentação, treinamento psico-físico, construção, re-construção e novas dúvidas. Foi o período destinado a criação inicial do Rei Cego, mas ainda fortemente atrelado a montagem do próprio grupo. Aliás, não conseguimos desvincular a montagem do Rei Cego, do processo de formação do Grupo Clã.
    Nesta primeira etapa conseguimos estruturar a dramaturgia do espetáculo, experimentar algumas soluções cênicas, trabalhar possibilidades de jogo entre os atores, sentir o que cada ator trazia em sua bagagem e em que gostaria e poderia ser desafiado. Além disso, encontramos na musicalidade, ou na musicalização da cena um gosto comum. As improvisações e a produção de matrizes corporais pré-expressivas foram pontos de partida para as improvisações resultantes da cena.

    No início sentíamos O Rei Cego como um esboço sem cor que as poucos foi se colorindo e inclusive expandindo a própria forma. Não posso dizer como Peter Brook que partimos de uma “intuição amorfa”, pois mesmo antes de optar por montar o Rei Cego tínhamos traçado o que queríamos atingir com a montagem. Desde o início queríamos proximidade com o público, comicidade, elementos funcionais, trilha sonora ao vivo, coreografias… e ainda que o corpo fosse o ponto de partida para a criação.

    Menciono ainda que o grupo optou por trabalhar em completo silêncio. Não divulgamos nossos projetos nem nossas atividades. O silêncio às vezes nos traz perguntas interessantes e particularmente neste período teve uma função fundamental: legitimar internamente o grupo antes de expô-lo ao mundo.

    Mesmo imerso neste aparente silêncio o grupo realizou nove apresentações da peça O Rei Cego: a pré estréia na cidade de Harmonia, a estréia oficial e mais quatro apresentações no Uruguay dentro da programação da Perimetral: Muestra Internacional de Teatro de Canelones, duas apresentações na Feira do Livro de Farroupilha e ainda uma apresentação na Mostra de Teatro do Espaço da Arte, também em Farroupilha.

    Foi com certeza um ano inesquecível em que o silêncio ditou as regras da criação e nos inspirou perguntas que ainda movimentam a roda de nossa trajetória!
  • Início das aulas em Novo Hamburgo

    Na última sexta-feira reiniciaram as aulas do projeto Fábrica de Sonhos em parceria com a escola Osvaldo Aranha.
    Nesse ano, as oficinas tem um diferencial: Elas são abertas à comunidade. De acordo com a diretora da Osvaldo Aranha, Neiva Carraro, escola e comunidade só tem a ganhar com essa iniciativa. “A escola Osvaldo Aranha é da comunidade, então nada mais justo do que abrir suas portas para todos os interessados no projeto. Além de estarmos beneficiando ex-alunos, ajudaremos os futuros alunos da Osvaldo Aranha, pois a oficina de teatro também será um meio de aproximação dessas crianças com sua futura escola”, afirma a diretora.
    O primeiro grupo, formado por alunos das escolas Imperatriz Leopoldina e Hermes da Fonseca, se reúne nas sextas à tarde, das 16h às 17h30. Já o All Star se reúne das 17h30 às 19h.
    A expectativa dos alunos é muito grande quanto as aulas e as apresentações: “Ano passado foi show, apresentamos nossa peça no Centro de Cultura e duas vezes em Dois Irmãos. Nesse ano queremos muito conhecer Salvador do Sul” Comenta a aluna Aline, do All Star.
  • Vídeo da Fábrica de Sonhos

    Queridos alunos, pais e apoiadores,
    Esse vídeo é um registro do projeto Fábrica de Sonhos. Através dele expomos de forma sucinta nossa metodologia e também imagens dos eventos da Fábrica em 2010.
  • Mostra de Morro Reuter


    Na sexta-feira, dia 08 de abril aconteceu a primeira Mostra de Teatro da Fábrica de Sonhos em 2011. Morro Reuter iniciou o ano com uma noite cultural apenas para grupos convidados, que realizaram a reestréia de seus espetáculos. A noite teve início com a apresentação do grupo Variação, de Dois Irmãos, com a montagem Romeu e Julieta. Depois, entre uma apresentação e outra tivemos um Especial voz e violão, com Júlio César Schuster. Para encerrar a noite tivemos a apresentação do grupo ELAS, de Salvador do Sul, com O Reino das Mulheres.
    Segundo a professora da unidade, Rosmeri Lorenzon, a Mostra é um incentivo aos alunos da cidade, que nesse ano passarão pelo processo de montagem e apresentação: “Gostaríamos também de agradecer a comunidade, que compareceu, assim como as prefeituras de Dois Irmãos, Salvador do Sul e Morro Reuter, que contribuíram junto com a equipe da Fábrica para que essa Mostra fosse um sucesso”.
  • Fábrica de Sonhos retoma as atividades em Dois Irmãos


    O projeto Fábrica de Sonhos retoma nessa semana as atividades na cidade de Dois Irmãos. O grupo Os Espertalhões, da escola Albano Hansen, atuará nas terças de manhã. Já os alunos das escolas Felippe Wendling e 29 de Setembro atuarão na terça à tarde. A nossa novidade é a escola Primavera, que passa a ter dois grupos de teatro: O @nderlyne nos sábados de manhã e o Variação à tarde.
  • Fábrica de Sonhos por Cássio Azeredo

    Fico me perguntando por onde iniciar um texto para a Fábrica de Sonhos. Talvez afirmando que não sinto essa participação como uma novidade. Mesmo que oficialmente eu esteja ingressando este ano, estive junto desde o início. E afirmo isso, não por ter auxiliado no Motin, em todas as Mostras, ou em outros momentos. Estive junto em carinho, em conselhos, consultas, em respeito, em possibilidade. Recordo-me das palavras do sábio Ferracini que diz:

    Antes dessa flor existir, em ato, como flor, ela existia, em potência, como semente; semente que precisa de solo fértil, água e luz para rebentar e germinar.

    Antes de algo acontecer de fato, esse “algo” acontece em potência, em estado e nesta perspectiva estou junto há muito tempo. A Fábrica de Sonhos hoje, juntamente com o teatro do Clã, são os meus projetos de vida. Enquanto professor da Fábrica, tenham certeza de que me esforçarei ao máximo para estar a altura do que meus alunos, colegas e parceiros esperam e sei que juntos teremos bons momentos. Enquanto coordenador desta casa, experiência que desenvolvo junto com o meu grande irmão Marcos Cardoso, esperem alguém atento aos detalhes, pois alguns sábios porto-alegrenses profetizaram um dia “o mundo cabe em um detalhe”.

    Nosso objetivo não é criar uma Fábrica gigante com inúmeras filiais, e colaboradores, antes queremos tornar imenso o que já existe. Pequeno e bem cuidado, pequeno e precioso são conceitos que regamos todos os dias. Mesmo “não querendo crescer” já estamos em sete cidades e acredito que com mais de 600 alunos. Isto é motivo de muita alegria e a prova de que estes dez anos dedicados a experiência de professor de teatro estão reverberando de forma positiva nesta nova caminhada.

    Finalizo este pequeno texto agradecendo primeiramente a parceria do Marcos, esse cara que revive todos os dias princípios fundamentais como o de que a arte que fazemos demonstra o artista que somos. Agradeço também a confiança dos pais, alunos, colaboradores e comunidade que acreditam em nosso trabalho e fornecem a matéria prima para Fabricar Sonhos… Afinal, nós somos feitos da mesma matéria que nossos sonhos.

    Um grande ano para nós!

    Cássio Azeredo

  • Volta

    As oficinas de teatro da Fábrica de Sonhos já começaram!

    Morro Reuter – Foi a primeira cidade a retomar as atividades, com a professora Rosmeri Lorenzon.

    Farroupilha – Semana passada o pessoal do Antônio Minella já começou a atuar e semana que vem todos os grupos de Farroupilha estarão retomando suas atividades.

    Triunfo – A nossa surpresa de 2011 é a cidade de Triunfo, que terá um grupo atuando e inicia suas atividades hoje.

    Pareci Novo – No Pareci Novo amanhã começam as aulas e hoje o professor Cássio estará na cidade divulgando o retorno das oficinas.

    Salvador do Sul – Salvador do Sul terá reinício das aulas na segunda feira, na OMA, nos mesmos horários que em 2010.

    Nas cidades de Dois Irmãos e Novo Hamburgo ainda não começamos as atividades, mas esperamos em breve estar retomando.

  • PORTAS ABERTAS

    PORTAS ABERTAS

    Depois de um ano e meio trabalhando em silêncio, finalmente o Teatro do Clã começa a abrir suas portas para o mundo. Nosso blog, vem sendo trabalhado a três meses e finalmente esta pronto. Conheçam, comentem, contatem, critiquem, enfim fiquem a vontade em nossa nova casa. Queremos fazer deste blog, além de um espaço de divulgação de nosso trabalho, uma ferramenta de troca constante.


    Forte Abraço,
    Cássio Azeredo, Teatro do Clã.
  • Boas vindas aos alunos

    Pois os alunos da escola Carlos Rauscht, de Dois Irmãos, tiveram uma recepção especial no início do ano letivo na cidade. Isso porque integrantes do grupo Variação fizeram uma recepção festiva aos alunos da Carlos Raucht.
    O pedido foi do Departamento de Cultura de Dois Irmãos e os alunos participaram de várias brincadeiras com os personagens literários do Variação. “Foi mais uma oportunidade de mostrar nosso trabalho, divertimos e nos divertimos” Comenta Mateus Klein, ator do Variação.