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A 23ª A GENTE NUNCA ESQUECE
Ontem à noite o Teatro do Clã passou por uma experiência maravilhosa, daquelas que ficará registrada nos livros da memória. A experiência foi tão bacana, que peço licença para escrever esta postagem em primeira pessoa, coisa que raramente faço neste espaço. Mais do que a apresentação realizada na IV Noite Cultural da Escola Eng. Ildo Meneghetti em Ivoti, destaco o carinho e a receptividade da equipe da escola. Por vezes esquecemos o quanto é bom ser bem tratado. E não precisa mais do que um sorriso no rosto e boa vontade para conseguir isso. Na escola Ildo Meneghetti encontramos seres humanos fantásticos desde a portaria até a direção. É bom demais relacionar-se com pessoas com sensibilidade aguçada, que levam ao máximo o sentindo da palavra acolhimento. Destaco ainda o público – mais de 350 pessoas – que assistiu completamente atento a história contada pelo Teatro do Clã, e que aplaudiu de pé ao final da peça.Finalizamos a 23ª apresentação da peça O Rei Cego com a certeza de que queremos voltar a esta escola, e de que alguns valores realmente fazem a diferença na vida dos seres humanos. Segue algumas imagens da apresentação: -

MALAS PRONTAS!
Após a temporada em Montenegro o Teatro do Clã parte para mais cinco apresentações da peça O Rei Cego pelo estado. A jornada começa hoje à noite, às 19h30 na IV NOITE CULTURAL da Escola Municipal de Ensino Fundamental Eng. Ildo Meneghetti, em Ivoti. Segundo Cássio Azeredo, diretor do espetáculo “O Rei cego é um sonho que se realiza a cada dia. Estamos na 23ª apresentação e em cada uma delas algo novo se insere. Sempre tivemos como regra fazer um teatro que encontrasse em nós a sua razão de existir e depois que essa razão fosse dividida com o público, acho que estamos conseguindo isso”, finaliza o diretor.O grupo já tem apresentações agendadas nas cidades de Osório, Três Coroas, Presidente Lucena e Farroupilha.Assistente de Produção Divulgação e Mídia: Jenifer Berlitz / Foto Cássio Azeredo
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ENCERRADA TEMPORADA EM MONTENEGRO
Com a apresentação realizada na Feira do Livro, no último dia 06 de outubro, o Teatro do Clã encerrou sua temporada de apresentações na cidade de Montenegro. Conforme proposto no projeto aprovado pelo FUMDESC, o Rei Cego cumpriu as cinco apresentações na cidade. A apresentação na 9ª Feira do Livro de Montenegro foi especial para o grupo. “Estar participando de uma feira com autores de renome nacional e ainda com a presença dos escritores montenegrinos foi uma honra muito grande para nós”, comenta o diretor do espetáculo Cássio Azeredo.Queremos agradecer a todos que de alguma maneira contribuíram para a realização deste trabalho. Em especial ao FUMDESC – Fundo Municipal de Cultura de Montenegro, a Prefeitura Municipal de Montenegro, Secretária de Educação e Cultura, Departamento de Cultura, Conselho de Cultura, FUNDARTE, SESC, Sociedade Floresta, as escolas que acolheram nossas apresentações, Estação da Cultura, TV Cultura, Jornal Ibiá, Jornal o Progresso e Jornal Hoje. São inúmeras as pessoas que contribuíram neste processo, a eles o nosso agradecimento.
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Hino do MOTIN
Letra: Júlio César SchusterMúsica: Repúblika RockEu escolhi vir pro MOTINNovos amigos encontrarE as antigas amizades abraçar.Desde cedo vou começarE sei que não vou querer pararPorque a arte em nossas veias já está.Pegue a camisa, vista jáOs nossos sonhos vamos fabricarUm novo mundo cheio de emoções vamos criar.E o MOTIN nas nossas vidas vamos levar.Você pode baixar o Hino do Motin em: https://rapidshare.com/files/1011877523/hino_motim.wav -
FOTOS DO MOTIN
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MOTIN
Pois bem galera, o MOTIN passou e já deixa saudades. Foram momentos incríveis em que reencontramos nossos amigos e fizemos novas amizades. Fizemos um MOTIN cultural, com diversas apresentações, com oficinas, com festa e principalmente com o respeito e carinho que nossas antigas e novas amizades merecem.
Nós, equipe do projeto Fábrica de Sonhos, queremos agradecer a cada um de vocês que tornaram esses momentos tão especiais. Sem você o MOTIN 2011 não teria o mesmo encanto. Guarde no coração cada momento em que estivemos juntos, cultive suas novas e velhas amizades e continuem dividindo conosco a alegria de fazer arte.
Desde já convidamos a todos para participar do MOTIN 2012, que será em ???
Agora é hora de se dedicar na sua montagem, pois as mostras já estão se aproximando.
Um abraço e até o MOTIN 2012!
Marcos Cardoso e Cássio Azeredo
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CRÍTICA – O REI CEGO
É com muito carinho que reproduzimos o comentário crítico do professor e diretor Diego Ferreira. Graduado em Teatro pela UERGS, Diego dirige o grupo Válvula de Escape e mantém um dos mais importantes blogs sobre teatro do estado. Veja outras críticas em escapeteatro.blogspot.com
O Rei Cego – Comentário críticopor Diego Ferreira
Hoje a tarde, enfim fui conhecer o trabalho dos meus amigos do Teatro do Clã. O trabalho em questão é “O Rei Cego”, este é o 1º trabalho do grupo que surpreende muito pela qualidade da produção. Discorrer sobre o acontecimento cênico é algo muito difícil, tratando-se da efemeridade do fato teatral, do instante que perpetua cada ato, gesto ou apresentação. Por isso é muito difícil tecer comentários sobre o fazer teatral, ainda mais quando não somos críticos “de verdade”, ainda mais quando falamos do trabalho de colegas e amigos. Mas fica bem mais fácil quando o trabalho é bom e sei o que falar aqui será filtrado e talvez aproveitado pelos colegas. É o que acontece com o Clã. “O Rei Cego” é um espetáculo indicado a todas as idades e apropriado para ser apresentado em diversos locais, rua, palco, praça, galpão, enfim, onde o público estiver. A platéia de hoje era formada por crianças de escolas públicas da cidade e alguns transeuntes, o que dá credibilidade a produção.O primeiro fato a ser destacado é que este espetáculo foi contemplado com o FUMDESC, um fundo de apoio a cultura de Montenegro, e o que vemos é que os recursos foram muito bem empregados. O espetáculo é rico esteticamente, nos figurinos, cenários, adereços e maquiagem. A concepção e elaboração destes elementos foram precisas e criativas, todas a serviço da cena. Os figurinos são um destaque, pela beleza, simplicidade e utilização, ponto para a escolha do tom das cores, que perpassa todos os elementos da cena. O cenário é prático, belo e funcional, destacando a disposição das escadas e cubos que se transformam em outros espaços de acordo com o solicitado na cena. Os adereços transpõem o espectador a outros espaços como a utilização das malas que se transformam em cavalos (bela sacada!), ou as saias azul que são as ondas (bela sacada!), demostrando a criatividade e inventividade que o teatro de rua pede para chamar a atenção da platéia. E não podemos deixar de destacar o trabalho da assistente de produção Jenifer Berlitz que estava realmente assessorando o grupo.Vamos a história: “O Rei Cego” é a história de um jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer a visão de seu pai de volta. Logo no início somos apresentado a trupe de atores que contarão esta narrativa através de atores/contadores de histórias. Este recurso do ator/narrador é muito bem utilizado na cena, onde acontece um revezamento entre os atores que ora contam, ora personificam os personagens da peça, criando assim um ritmo que não deixa a narrativa cair num marasmo, pelo contrário, o espetáculo é repleto de acrobacias, rupturas e surpresas que provocam o olhar do espectador a ficar atento ao que está acontecendo no centro da arena, ou no centro do semi-círculo, espaço que o grupo escolheu como palco para contar a sua história.Quanto a espacialidade, penso que o teatro de rua tem uma especificidade que somente a rua oferece: um espaço urbano que não é o projetado para a manifestação teatral, mas que é tomado e transformado em palco para alguns momentos de magia e ilusão. O Clã escolheu muito bem o seu palco na Estação da Cultura, embaixo das árvores e montou a sua semi-arena, bem equipada, delimitada e com seus lindos cenários, porém, penso que poderia explorar um pouco melhor a espacialidade contemplando um pouco mais os espectadores que não estão dispostos frontalmente. Explorar a lateralidade do espaço, abrindo um pouco mais a cena, jogando com os espectadores que não estão no centro da roda, descentralizando a ação que aqui não está no palco italiano, mas sim na rua, onde tem espectadores por todos os lados. Isso acontece no desenrolar do espetáculo, mas timidamente, podendo potencializar a relação com o espectador, criando assim, uma maior cumplicidade com o público, pois entre o elenco a cumplicidade já está tão latente, sugiro que esta cumplicidade seja compartilhada com a gente, mas quando digo dividir a cumplicidade com o público, não me refiro a piadas ou ações cômicas (que não é o caso deste espetáculo), mas sim através de um simples olhar de cumplicidade.O elenco da montagem é coeso e cúmplice e funciona muito bem. Coeso porque é funcional: canta, dança, representa, narra, anda sobre perna-de-pau, faz acrobacia e contorcionismo e muito mais em cena. Tuti Kerber, Marcos Cardoso, João Pedro Decarli e Júlio Schuster dominam a cena com maestria e dão vida a nove personagens. A eficiência do elenco se dá pelo fato de que os atores conseguem transitar entre o representar e o narrar sem resvalar em interpretações grandiloquentes, optando pela simplicidade que funciona muito bem ao espetáculo. O elenco é parelho, mas João Pedro Decarli se sobressai um pouco dos demais e é destaque pela disponibilidade corporal, ideal para o teatro de rua, mas não somente por isso, e sim pela verdade e facilidade que transita entre seus personagens com graça e competência, é muito bom vê-lo em cena. Cardoso e Kerber tem estofo e experiência com a linguagem da rua, demostrando segurança e belas composições e Júlio é uma revelação como ator, com potencial e com um belo caminho a ser trilhado, que está muito bem em cena, devendo cuidar somente a respiração que demostra o cansaço e a triangulação com o espectador.Por fim, destaco o trabalho de direção de Cassiano Azeredo que ao eu ver é uma revelação. Consegue transformar um conto popular em um espetáculo redondo, simples mas ousado, colocando o Teatro do Clã, já em seu primeiro trabalho, num dos grupos mais promissores do estado. Digo isso baseado no que vi, mas também porque conheço todo o empenho e dedicação deste jovem grupo que está em permanente transformação. O que fica é a profissionalização deste grupo que merece a nossa atenção.Cássio consegue amarrar os elementos estéticos e nos presentear com um espetáculo bonito e muito bem acabado. O que assistimos é um trabalho que foi pensado em todos os detalhes, da concepção a concretização, vemos a mão do diretor, das idéias como o “gigante” que se transforma ao nosso olhar, ao ator que some dentro de uma caixa, a chuva de prata que é linda e surpreendente, são atrativos que prendem a atenção do espectador e evidencia um diretor em grande desenvolvimento. Para encerrar esta minha odisseia sobre “O Rei Cego” destaco dois pontos que podem ser ajustados ao longo da temporada: 1º A transposição do conto para o teatro de rua, tem algo ali no texto, na dramaturgia, que não consegui captar e isso faz com que eu não embarque totalmente na história, no drama, diferente da encenação que com seus ricos recursos faz com que embarcamos por inteiro, de imediato, mas é a história mesmo, me perdi no enredo, talvez pela troca rápida de papéis, fiquei meio perdido, as vezes sem saber quem é quem e o que está fazendo? No final consigo esclarecer um pouco, mas durante a peça algumas questões ficaram pendentes, talvez porque o meu olhar ficou encantado com o visual que me desatentei ao enredo e precisarei assistir novamente para captar esta outra camada da encenação. E 2º é a musicalidade da peça, que ao meu ver está ainda em desenvolvimento, conforme o Cássio me confidencia. Penso que a rua necessita de potência musical, e temos tudo ali, instrumentos musicais, atores treinados e disponíveis e um diretor atento a tudo, mas vejo que falta desabrochar esta musicalidade que já está presente ali, só falta deixar acontecer de forma menos formal e mais visceral.Contudo volto a afirmar que “O Rei Cego” é um trabalho digno de aplausos, um dos destaques da cena gaúcha, que ainda vai dar muito o que falar, pela profissionalização, criatividade e entrega do coletivo. Escrevam o que estou dizendo, este trabalho vai estar nas principais mostras de teatro do País. -

O REI CEGO NA ESTAÇÃO DA CULTURA
Sob a proteção de um paredão de árvores o Teatro do Clã realizou a 4ª apresentação da peça O Rei Cego em Montenegro. Mesmo com forte calor, aproximadamente 150 pessoas estiveram presentes ao evento, a maioria alunos da escola Walter Belian. A peça conta a história de um jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer a visão de seu pai de volta. Quem ainda não conferiu fica o convite para a última apresentação do grupo dentro da temporada proposta pelo FUMDESC na cidade de Montenegro. Será na próxima quinta-feira, dia 06 de outubro, às 15h, na Praça Rui Barbosa. Segue algumas imagens da apresentação: -

TEATRO DO CLÃ FAZ MOTIN
Fiquem tranqüilos senhores leitores, pois não se trata de uma rebelião. Também não é um erro de digitação o “n” no final de Motin. Trata-se da MOSTRA DE TEATRO INDEPENDENTE, uma maratona cultural que aconteceu no último sábado dia 24 de setembro em Dois Irmãos. O evento foi promovido pela Fábrica de Sonhos, projeto de teatro-educação da Marca Produções Culturais.
O Teatro do Clã apresentou a peça O Rei Cego para aproximadamente 250 alunos, estudantes de teatro, pais e visitantes, que estiveram presentes no evento. “Nossa peça, O Rei Cego, está na sua 20ª apresentação. Trabalhamos muito e graças a isso estamos sendo bem recebidos por onde passamos. Mesmo assim a apresentação no MOTIN foi especial, pois todo o público era formado por nossos alunos. Poder mostrar a eles o teatro em que acreditamos é gratificante. Pelo aplauso caloroso que recebemos dá para ter noção de como a peça reverberou neles”, comenta o diretor do espetáculo Cássio Azeredo. -

ESCOLA ESPERANÇA: UMA EXPERIÊNCIA ENCANTADORA
A apresentação do Rei Cego na escola Esperança foi uma vivência incrível para o Teatro do Clã. Talvez a melhor palavra que defina o olhar atento dos pequenos que acompanhavam a apresentação possa ser: “encantamento”.Tuti Kerber atriz do espetáculo e professora da escola Esperança fala sobre a experiência: “talvez eu seja suspeita em comentar, mas quero dizer que foi um prazer especialmente grande apresentar na escola onde trabalho. O retorno dos alunos e da equipe da escola está sendo muito gratificante. A Esperança é uma comunidade que precisa e merece receber nosso trabalho e nosso carinho enquanto artistas e professores. A escola me acolheu e compreendeu o meu fazer artístico e agora posso retribuir, não somente com meu trabalho de professora das oficinas de teatro, mas também como atriz. Foi muito bom contar O REI CEGO para a Escola Esperança”.
Segue ainda pequenos relatos de duas profissionais da educação que acompanharam a peça:· Adoramos o espetáculo! Parabéns pela escolha do conto e pelo trabalho com o que é nosso “popular”, Brasil. Tudo lindo! Vocês, o figurino, as escolhas… Sucesso! Hoje e sempre!Maria Cris – Apoio pedagógico da Escola Esperança
· Peça O Rei Cego simplesmente maravilhosa, espetacular. (…) Parabéns pela peça, pelo talento que não é pouco… Teatro do Clã simplesmente demais….”Juciane – Assistente na Educação Infantil da Escola Esperança.
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O REI CEGO NO BAIRRO ESPERANÇA
Depois dos bairros Germano Henke e Cinco de Maio, chegou a vez do bairro Esperança receber O Rei Cego. A terceira apresentação do grupo em Montenegro acontece amanhã, dia 01 de setembro, às 15h na Escola Esperança. Segundo Tuti Kerber, atriz do Rei Cego e professora na escola Esperança, “A expectativa é muito boa tanto por parte dos alunos quanto do grupo de professores, a comunidade esta ansiosa para conhecer o trabalho do grupo.”
Estas apresentações são a contrapartida proposta pelo Teatro do Clã, pois o grupo recebeu recursos do FUMDESC – Fundo Municipal de Cultura de Montenegro, da Prefeitura de Montenegro. A entrada é gratuita.
SERVIÇO:O que: apresentação da peça O Rei Cego do Teatro do ClãQuando: 1º, de setembro às 15h.Onde: Escola Esperança -

SEJAM BEM VINDOS!
Dando continuidade ao projeto O Rei Cego, o Teatro do Clã passa a contar com mais dois profissionais na equipe: Luciano Rhoden que assina a produção musical e o maquiador Elario kasper.Luciano é bacharelando em Musicoterapia no Instituto Superior de Música (ISM) em São Leopoldo/RS, professor de acordeon da FUNDARTE e acordeonista do Quinteto Persch, único grupo de acordeon de concerto do país. Elario é cabelereiro e maquiador e desde 1986 atua com diferentes grupos em Novo Hamburgo e região. Além disso, desenvolve oficinas específicas para caracterização no teatro e na dança.
Marcos Cardoso, ator do Rei Cego, comenta que “esses profissionais engrandecem o espetáculo. O grupo vem buscando a profissionalização desde o início, quando também firmou parceria com Raquel Cappelletto (figurinos), Lúcia Motta (adereços), Alice Ribeiro e Rita Spier (criação e orientação de manipulação de bonecos)”.
“Associo esse processo ao que vem acontecendo com muitos escritores atualmente. Quando ele finaliza o livro não é o momento de publicá-lo. É aí que inicia uma nova etapa que é submeter o livro a muitas análises com enfoques diferenciados. Depois de repensar, reescrever se for o caso, é que se pensa em publicação. Percebo o Rei Cego assim: constantemente sendo reescrito a muitas mãos, e estes profissionais são parte deste processo.” Comenta Cassiano Azeredo, diretor do espetáculo.O grupo aguarda ainda Rosimari Oliveira, que completa a equipe na preparação vocal dos atores. -
PEQUENO RELATO II
No dia 25 de agosto, quinta-feira passada, no turno da tarde, a escola foi presenteada com a peça teatral “O Rei Cego”. O espetáculo, realizado pelo Grupo “Teatro do Clã” abordou de forma criativa, envolvendo canto, dança e bom humor, um tema muito importante: a solidariedade. Além da excelente desenvoltura dos atores, o cenário era rico em detalhes, favorecendo a atenção e a imaginação dos espectadores, entrando na proposta da história. A comunidade escolar adorou a apresentação e deixa um pedido: Voltem! O turno da manhã implora… Também querem assistir!!
Por Marelise de F. G. Reis – Diretora da Escola Cinco de Maio“Onde cresce o perigo, cresce também o que salva” Hölderlin -

O REI CEGO NAS ESCOLAS CINCO DE MAIO E PROMORAR
Na última quinta-feira o Teatro do Clã iniciou a temporada das apresentações da peça O Rei Cego nas escolas de Montenegro. No início da tarde, às 13h os alunos da Escola Promorar puderam conferir a apresentação. Aproximadamente 150 crianças e adolescentes estiveram presentes e acompanharam atentos a história do jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer de volta a visão de seu pai. “Por vezes não temos a noção exata do quanto uma apresentação faz a diferença na vida dos alunos. A diretora nos informou que esta era a primeira vez que uma peça de teatro tinha apresentado dentro da escola” comenta Júlio César, ator da peça.
Ainda na mesma tarde, às 16h, foi a vez da escola Cinco de Maio conferir o trabalho do grupo. Quase 250 crianças estiveram presentes. Segundo Cássio Azeredo, diretor do espetáculo “além de ser uma oportunidade de estar mostrando nosso trabalho é um prazer imenso saber que a nossa arte está se inserindo no cotidiano desses alunos, que estamos indo ao espaço deles e juntos desfrutando de uma experiência estética”, finaliza.

Na próxima quinta-feira dia 01 de Setembro será a vez da escola Esperança conferir o trabalho do grupo.
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O REI CEGO REALIZA TEMPORADA EM MONTENEGRO
Depois de apresentar em Ciudad de La Costa e Ciudad de Las Piedras (Uruguai), Porto Alegre, Farroupilha, Campo Bom e Viamão, chegou a vez de Montenegro conhecer O Rei Cego. A peça de estréia do Teatro do Clã realizará cinco apresentações na cidade. A agenda começa na próxima quinta-feira dia 25 de agosto, às 13h junto a Escola Promorar no Bairro Germano Henke. Ainda na mesma quinta-feira, às 16h o grupo apresenta na escola Cinco de Maio. No mês de setembro O Rei Cego tem mais duas apresentações: dia 1º, às 15h na escola Esperança, no bairro Senai e dia 29 de setembro, às 15h na Estação da Cultura para alunos das escolas Dr. Walter Belian, São João Batista e Álvaro de Moraes. Para encerrar a temporada o grupo participa da programação da Feira do Livro com apresentação agendada para às 15h do dia 06 de outubro, na praça Rui Barbosa. Em caso de chuva as apresentações serão remarcadas, com exceção da apresentação na Feira do Livro. Todas as apresentações são abertas a comunidade com entrada gratuita. “A peça tem sido muito bem recebida nos lugares onde passou e é sempre uma alegria poder mostrar a nossa arte em nossa cidade”, comenta a atriz montenegrina Tuti Kerber.
O Rei Cego é a história de um jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer de volta a visão de seu pai. A narrativa está repleta de elementos mágicos, seres fantásticos e tem como temas a confiança, a esperança e a justiça. Quatro atores cantam, dançam e representam para dar vida aos nove personagens desse conto popular de encantamento.
O grupo foi aprovado pelo FUMDESC – Fundo Municipal do Desenvolvimento da Cultura de Montenegro e as apresentações são a realização da contrapartida do Projeto. “Estamos muito felizes de estar apresentando aqui em Montenegro, principalmente porque a maioria das apresentações ocorre em espaços descentralizados onde não acontecem eventos culturais com tanta freqüência”, comenta Cassiano Azeredo diretor do espetáculo. Além de Cassiano, compõe o grupo as atrizes Tuti Kerber e Jenifer Berlitz, e os atores Marcos Cardoso, João Pedro Decarli e Júlio César Schuster. -

PEQUENO RELATO
Posso dizer seguramente, que enquanto artista, poucas coisas dão tanto prazer quanto um pequeno relato sincero sobre nosso trabalho… De coração, agradecemos… Vamos a ele:
“Gostei da peça ainda mais da segunda vez. Sei lá, a energia dos adolescentes é diferente e as reações deles fazem a gente enxergar o espetáculo de outra maneira. Meus alunos amaram. Um deles me disse no dia seguinte: ‘bah, sora, muito tri o teatro. Pena que terminou!” Hahaha. Quer coisa melhor? Enfim, foi uma ótima experiência.”
Por Daniela Armborst Alves (professora que acompanhou o espetáculo O Rei Cego no Isabel em cena em Viamão). -
MOTIN 2011
Reunir nossos alunos num dia mágico sempre foi um sonho. Hoje o nosso projeto conta com mais de 400 alunos divididos em cinco cidades: Dois Irmãos, Farroupilha, Salvador do Sul, Pareci Novo e Novo Hamburgo. Precisamos nos conhecer. Pensando nisso, o projeto Fábrica de Sonhos convida você a participar do MOTIN – Mostra de Teatro Independente – que será realizado no dia 24 de setembro, das 9 às 22 horas, na Escola Albano Hansen, no Travessão, em Dois Irmãos.
O MOTIN é uma mostra interna de teatro que traz anualmente grupos representantes do projeto Fábrica de Sonhos e convidados para mostrar seus trabalhos aos demais integrantes do projeto. O objetivo desse evento é integrar os alunos do projeto num dia especial. Eles estarão em contato direto com a arte teatral e algumas de suas artes irmãs. A programação conta com oficinas artísticas e culturais, apresentações profissionais de teatro, dança, música, números, intervenções, mostra de artistas visuais e também as apresentações dos grupos selecionados. Além disso, o MOTIN nos reserva uma grande surpresa.
Para minimizar os custos e proporcionar que todos possam participar do MOTIN a equipe da Fábrica de Sonhos organizou uma Ação entre amigos. Vendendo todos os números, não é necessário mais nenhum valor para participar do evento. Os prêmios dessa ação entre amigos serão um DVD Karaokê, um celular MP15 e um Play Station 2. O sorteio será dia 24 de setembro, durante o MOTIN.
O prazo para inscrição no MOTIN é até 15 de setembro.Não perca!!!!!
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GFAC e ELAS no Isabel em Cena
Na última quinta-feira os grupos GFAC e ELAS participaram do festival de teatro Isabel em Cena, na cidade de Viamão. As montagens, Aquele que diz sim, ou não?, do Grupo Farroupilha de Artes Cênicas e O Reino das Mulheres, de Salvador do Sul, foram os representantes do projeto Fábrica de Sonhos a participar desse festival. Aproximadamente 350 pessoas, alunos e familiares estiveram no salão do Instituto Estadual de Educação Isabel de Espanha para acompanhar a apresentação dos grupos.Aquele que diz sim, ou não?, montagem inspirada no texto do alemão Bertolt Brecht, tem sido elogiada por sua ousadia e pela teatralidade assumida que propõe. O diretor do GFAC, Cássio Azeredo afirma que a peça tem contribuído para a criação de uma visão de mundo diferenciada, ao menos nos 13 atores que compõem o elenco. “Não era a proposta inicial, uma vez que nos interessava mais o pensamento teatral de Brecht. É como se tivéssemos lançado a flecha buscando as arestas do alvo e sem querer atingimos o centro”, afirma o professor.O Reino das Mulheres nasceu da necessidade de um espetáculo que se encaixasse nas características do Grupo ELAS. É um trabalho totalmente autoral e seu sucesso vem sendo uma grata surpresa para as alunas. O grupo já está na sua sexta apresentação e tem mais dez convites pré-agendados até o final do ano. Segundo a aluna Laís Echer, cada apresentação tem uma característica especial: “No Isabel em Cena, foi muito interessante a proximidade com o público. Podíamos ouvir os comentários que escapavam durante a apresentação e tínhamos um termômetro de como estava sendo a receptividade do público”, comenta Laís.O Instituto de Educação Isabel de Espanha tem cinquenta e oito anos de atividades e há onze anos realiza este festival que é o único de Viamão. Segundo a direção da escola, o Isabel em Cena é o único festival de teatro promovido por uma escola pública no estado trazendo atrações profissionais para os quase 3 mil alunos e comunidade escolar.






























