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  • Contagem regressiva para o Retiro dos Sonhos


    Falta pouco mais de um mês para realização do Retiro dos Sonhos 2012. O Evento acontecerá no balneário La Toma, em Montenegro e promete ser inesquecível.

    O Retiro dos Sonhos é um evento que tem por objetivo reunir todos os representantes de grupos da Fábrica de Sonhos para passar um final de semana especial. O evento acontecerá nos dias 07 e 08 de julho para os alunos do 6°, 7° e 8° anos do ensino fundamental e nos dias 14 e 15 de julho para os alunos do 9° ano e do ensino médio.

    O evento inicia no sábado pela manhã e se estende até o domingo com inúmeras atividades teóricas e práticas. É um momento de construção em grupo no qual os alunos desenvolvem suas potencialidades. Para a aluna Stéphane Rodrigues, de Dois Irmãos: “O Retiro dos Sonhos foi uma experiência incrível. Fiz muitas amizades e muitas coisas que aprendi irei usar para o resto da minha vida” comenta a aluna do Cine Teatro.

    De acordo com o professor Marcos Cardoso, o evento tem o objetivo de propor momentos de reflexão em grupo sobre temas específicos: “Com os menores, nosso tema é a amizade e todas as atividades do retiro giram em torno de questões relativas aos tipos de amizades. Já com os maioreso tema escolhas procura ampliar a visão dos alunos sobre as inúmeras escolhas que fazemos e o quanto elas podem refletir em nossas vidas e nas vidas das pessoas que estão ao nosso redor”.

    Maiores informações sobre o Retiro dos Sonhos podem ser adquiridas com o professor Marcos Cardoso, pelo telefone (51)9334-5375, ou com o professor Cássio Azeredo, pelo telefone (51)9334-5359.

  • 53º ANIVERSÁRIO DE MACHADINHO

    53º ANIVERSÁRIO DE MACHADINHO

             Na sexta-feira (25),
    após 6 horas de viagem, o Teatro do Clã
    chega a Machadinho, cidade localizada a nordeste do Rio
    Grande do Sul fazendo divisa com Santa Catarina e conhecida como terra do Frei
    Teófilo Antoniazzi, vigário da Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Machadinho,
    que deixou sua marca na história econômica, política e educacional, sendo
    co-responsável pela construção e emancipação do município, tornando-se a personalidade
    mais importante da cidade.
                A
    apresentação do espetáculo O Rei Cego
    fez parte da programação do 53º aniversário do município e deveria ter
    acontecido na praça da matriz em frente à Igreja, mas a chuva fez com que todos
    se deslocassem até o Salão Paroquial. As crianças das escolas  municipais prestigiaram
    atentos ao conto popular e se encantaram com a água milagrosa.


  • CMET PAULO FREIRE – 22/05

    CMET PAULO FREIRE – 22/05

            A última apresentação da peça O Rei Cego, através do 7º Festival Palco Giratório, ocorreu ontem – quarta-feira, às 15h no Centro Municipal de Educação do Trabalhador Paulo Freire. Tuti Kerber, atriz do espetáculo analisa: “Ao entrar em cena na Escola Paulo Freire, deparei-me com dois olhos brilhantes e curiosos que me acompanharam durante toda a apresentação. As aulas estavam paralisadas e a escola fez uma panfletagem pela vizinhança, que trouxe pessoas da comunidade e alunos de outra escola. E esses olhos brilhantes aos quais me referi são de uma senhora encantada. Não havia como não me encantar com ela também. Aliás, muitos olhos curiosos e especiais assistiram O REI CEGO nessa tarde. Considero todos os públicos importantes e respeito cada pessoa que vem prestigiar nosso espetáculo… todavia confesso que quando estão presentes pessoas “especiais”, a energia que retorna desse público é tão pura e tão linda que fica comigo mesmo depois dos aplausos finais.”  
            
  • ESCOLA GRANDE ORIENTE – 21/05

    ESCOLA GRANDE ORIENTE – 21/05

             Na segunda-feira foi a
    vez da Escola Municipal Grande Oriente do bairro Rubem Berta receber O Rei
    Cego
    . As apresentações aconteceram às 10h e às 15h sendo prestigiadas pelos
    alunos da escola. 


          
  • PARQUE FARROUPILHA – 20/05

    PARQUE FARROUPILHA – 20/05

            O Rei Cego esteve no domingo na Redenção para sua primeira apresentação no Festival Palco Giratório. A apresentação ocorreu às 12h em frente ao Brique e teve presença de grande público. Cassio Azeredo, diretor da peça comenta: “Realizamos algo que a muito esperávamos: Apresentar O Rei Cego na Redenção. Pode parecer pequeno, mas muitas foram às vezes em que fomos até a Redenção assistir espetáculos e pela primeira vez tivemos a possibilidade de apresentar um trabalho neste lugar tão democrático. Foi um momento muito bacana. Queremos agradecer a todos os amigos, colegas que estiveram presentes.”

        
  • 7º FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO SESC

    7º FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO SESC


                   O
    7º Festival Palco Giratório SESC/POA acontece de 04 a 27 de maio na capital
    gaúcha. O público terá oportunidade de prestigiar uma diversidade de estilos
    que vai da comedia ao drama, do musical ao teatro gestual, do épico ao de
    animação e de máscaras, da dança de rua à contemporânea. O Festival também é um
    espaço que visa promover a interação dos grupos com o público por meio de
    conversas, oficinas e debates que ampliam o conhecimento sobre o processo de
    criação no universo das artes cênicas. Para conferir a programação completa acesse: 
    www.sesc-rs.com.br/palcogiratorio

                    O Teatro do Clã é um dos grupos que
    integram o Festival com a peça O Rei Cego. As apresentações acontecem nos
    dias 20, 21 e 22 de maio. 
  • DIÁLOGOS PARA ESCAPAR por CÁSSIO AZEREDO

    DIÁLOGOS PARA ESCAPAR por CÁSSIO AZEREDO

    Segue abaixo a entrevista do diretor Cássio Azeredo postada no blog de Diego Ferreira. Veja outras entrevistas em  http://escapeteatro.blogspot.com.br/




    DIÁLOGOS PARA ESCAPAR por CÁSSIO AZEREDO


    O Blog Válvula de Escape, segue com a série de entrevistas com diversos profissionais das Artes Cênicas do estado e do Brasil, dentro do projeto “DIÁLOGOS PARA ESCAPAR”. Projeto que pretende utilizar este espaço para deixar escapar a voz dos arquitetos da cena atual. E nesta edição, postamos a entrevista de Cássio Azeredo, realizada via e-mail por Diego Ferreira. Cássio Azeredo é diretor do Teatro do Clã e sócio da Marca Produções. Ator e professor de teatro no projeto Fábrica de Sonhos, graduado em Teatro na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. 


    Como o teatro surgiu em sua vida?
    Geralmente as pessoas tem uma resposta romântica para esta questão… A minha é bem comum e sem graça, como são algumas coisas boas da vida. Sempre gostei de arte. Na escola estive a frente de iniciativas culturais, e estar em grupo sempre foi uma prática. Mas o primeiro contato se deu a partir do convite de uma colega para fazer um curso de iniciação teatral que estava sendo oferecido aqui em Montenegro, na Cia de Teatro Tio Tony. De lá pra cá, essa experiência foi se intensificando e passando por várias etapas: inicialmente o sonho, os passos iniciais, uma possibilidade real, a atividade docente, uma oportunidade profissional, a Graduação em Teatro, o grupo profissional e tudo mais. Ainda não sei se é isso que eu quero pra mim, mas já estou com essa dúvida há 11 anos.

      Teatro do Clã: Contextualize e divida conosco a idéia de formar um grupo, o histórico e dos projetos atuais e futuros.
    A criação desse grupo é o resultado natural de uma busca incessante por um trabalho consistente em arte. Uma busca minha e também do meu parceiro de caminhada, Marcos Cardoso. Acho que o Clã é uma porta aberta que dá passagem para essa vontade que já existia em potência dentro de nós.
    Por muito tempo priorizamos nossa atividade docente. Ela sempre foi e ainda é muito gratificante, mas é também uma experiência limitada, pois o processo com os alunos tem um caráter cíclico que não nos permite aprofundar. Também brincamos que esse grupo é “uma desculpa esfarrapada pra juntar um monte de gente legal em prol de um objetivo comum”.
    São muitos projetos que nos inspiram atualmente. Primeiramente queremos seguir com o Rei Cego, aprofundando e nos desafiando dentro dessa proposta, além de continuar o treinamento pessoal que estamos desenvolvendo. Paralelo a esse trabalho artístico temos uma preocupação muito grande em viabilizar nossas produções, formar nosso público, estabelecer nossa sede e nos consolidar enquanto grupo.
    O Rei Cego – Elenco e Diretor- Foto: Jenifer Berlitz




     Como é o processo de trabalho do Teatro do Clã?
    Acredito que o processo no Clã ainda não “é”. Ele está sendo construído constantemente. Contudo é possível apontar algumas linhas gerais. Temos uma divisão do grupo em duas esferas que se complementam e se contrapõem a todo instante. Uma diz respeito ao trabalho artístico/criativo. Que compreende treinamento, pesquisa e montagem de espetáculos. A outra esfera, chamamos de “institucional” que é a produção, divulgação, projetos, vendas, enfim, a esfera da viabilidade das nossas produções. Obviamente o trabalho artístico é o centro das nossas inquietações, porém sem um olhar sério e inovador sobre a viabilidade, o nosso fazer artístico permanece preso. Repito inúmeras vezes que também compete ao artesão criar as ferramentas necessárias para qualificar a sua criação.
    Quanto ao processo de trabalho pratico temos alguns princípios que nos guiam, porém estamos em busca de uma poética que nos identifique e nos sustente. Algumas possibilidades são inspiradoras como a musicalidade, a teatralidade assumida, o trabalho coletivo e o resultado estético sustentado por uma pesquisa intensa. Quanto ao Rei Cego, ele é resultado direto de um processo de colaboração e criação em grupo. Ele foi um esboço, uma forma inicial que aos poucos foi ganhando cor e expandindo a própria forma. A criação de matrizes pré-expressivas (continuação da minha pesquisa de TCC) e mais recentemente a inspiração nos princípios da biomecânica nos auxiliaram nessa criação.

    Quais os pontos positivos e negativos em se produzir teatro no interior do estado?
    Tenho duas visões quanto a esta questão. A primeira é que “teatro é teatro em qualquer lugar” e que estas limitações geográficas não devem ser empecilhos ao processo. Até porque acredito que o mais difícil no trabalho com teatro é encontrar bons parceiros para suar a camiseta e isso independe do lugar em que se está inserido.
    Por outro lado, sei que as oportunidades são maiores para quem produz nos grandes centros. Além disto, há um pré-conceito com o que é produzido fora da capital, embora as universidades (UERGS, UFSM e agora em Pelotas) estejam contribuindo para desmistificar esta questão.
    Um exemplo dessa situação é que recentemente fomos impedidos de concorrer ao Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil por estarmos legalmente registrados em Montenegro e por “não pertencermos ao circulo porto-alegrense”. E o mais paradoxal é que estávamos realizando temporada em Porto Alegre, dentro de um teatro municipal, com pessoas da equipe residindo na capital. Sabemos que o prêmio é promovido pela prefeitura de Porto Alegre para incentivar os artistas locais, mas entendemos que esse pensamento vai na contramão da efervescência cultural que está surgindo com os grupos do interior do estado e principalmente por Porto Alegre tratar-se de um grande centro que abriga artistas de diferentes cidades.


     Em 2011, eu assisti ao trabalho de vocês “O Rei Cego” e escreviminhas impressões. Desde lá, percebo que vocês estão em constante trabalho e reciclagem na manutenção do espetáculo. Na ocasião escrevi: “O Rei Cego é um trabalho digno de aplausos, um dos destaques da cena gaúcha, que ainda vai dar muito que falar, pela profissionalização, criatividade e entrega do coletivo. Escrevam o que estou dizendo, este trabalho vai estar nas principais mostras de teatro do País”. Algum tempo já se passou, e isto vem se concretizando. Na tua opinião, quais são os fatores que auxiliam na manutenção e visibilidade que o espetáculo vem ganhando?
    Suor, insistência e renúncias seriam pistas iniciais para apontar uma possível resposta. Acho que um pouco de egoísmo também. O Rei foi criado para satisfazer uma vontade nossa. Queríamos um teatro que fosse interessante para nós, antes de querer que ele significasse para mais alguém. Como dificilmente ficamos satisfeitos, essa busca constante nos move em busca de lugares novos o tempo todo. Acho que a preocupação do grupo enquanto instituição tem sido outro fator determinante nesta questão.

        Cássio, você se desdobra em muitas funções: ator, diretor, professor, produtor, pai, iluminador, etc. Sei que não tem como separá-las, mas se você tivesse que escolher uma só, em qual situação você se realiza mais? Fale um pouco sobre cada função e a MARCA Produções. 
    Confesso que por vezes esse “vendaval” de funções ainda me assusta e me impede de aprofundar algumas questões. O que me consola é perceber que as essências estão conectadas e convergem para o mesmo lugar. Cada função tem seu sabor, e estou aprendendo a não apressar as coisas e aproveitar com intensidade a experiência do momento. Quero atuar. Meu ultimo trabalho foi o Mendigo e o Cachorro inspirado no texto do Brecht, trabalho resultante do meu TCC. De lá pra cá eu tenho só dirigido e isso me dá muito prazer, porém subir no palco está me fazendo falta.
    A Marca Produções Culturais é a casa dos nossos projetos e existe como ferramenta para a viabilização das nossas produções. Administrar a empresa dá bastante trabalho, mas é outra aprendizagem que apesar de ser chata e burocrática, me motiva na medida em que sei que toda esta organização reflete diretamente na viabilidade do produto artístico.

         Duas questões: Como você vê o papel da crítica e como você recebe as premiações, se puder divida conosco os prêmios já recebidos por ti e pelo grupo, e como estes prêmios redimensionam a tua carreira? 
    Compactuo com a ideia do Fabinho (Fábio Castilhos), quando ele diz que os prêmios trazem um selo de legitimidade para o trabalho. Ganhei sete prêmios como melhor direção em festivais nos últimos dois anos. Isso motiva, mas não é o que move de fato. O que estamos conseguindo com o Rei, o retorno do público, o carinho que recebemos por onde passamos são bem mais significativos.
    Quanto ao papel da crítica, eu acho um ato extremamente generoso quando feita com responsabilidade. Alguém que dedica um pouco de seu tempo/conhecimento para falar sobre nosso trabalho merece ser ouvido com carinho e atenção. Lidamos muito bem com isso.
    O Rei Cego. Foto: Jenifer Berlitz

        E o Teatro-Educação? Relate um pouco sobre tuas experiências junto ao projeto Fábrica de Sonhos e como tens acompanhado a trajetória dos alunos, desde a entrada, a permanência e saída? Como ocorre essa transformação através da arte-educação na vida dos teus alunos?
    A Fábrica de Sonhos em pouco tempo já é um projeto consolidado. Hoje atendemos 500 alunos divididos em cinco cidades. Criamos a Fábrica para ser um projeto “pequeno e precioso”, lugar onde reverberam as descobertas do grupo profissional (Teatro do Clã). Dentro da nossa metodologia, temos diversos módulos de trabalho que vão desde os primeiros passos até o experimento de linguagens específicas. Atendemos desde crianças na pré-escola até “meninas de terceira idade”. Transitamos entre duas abordagens principais: a essencialista e contextualista. Ora privilegiando o fazer teatral, ora utilizando-se do teatro como um meio para a formação do indivíduo e ainda trabalhando com as duas possibilidades juntas.
    O aluno que tem um contato com a arte teatral acaba por ter uma visão diferenciada de mundo e a partir desta vivência transita do papel de expectador para um ser ativo na sociedade em que está inserido. Além disso, acredito que ele aprende a gerir conflitos a partir da compreensão das diferenças do outro, diferenças estas que são geradoras dos grandes problemas da sociedade atual. Felizmente hoje temos alunos que estão ingressando na universidade, e também que estão trabalhando diretamente conosco, alguns grupos como o GFAC – Grupo Farroupilha de Artes Cênicas vem desenvolvendo um trabalho bastante consistente e caminha para a profissionalização.

      O que te faz ESCAPAR tratando-se de teatro?
    Envolver-se e apaixonar-se num processo criativo.

     Quais espetáculos têm assistido? Como você enxerga a atual situação das artes cênicas no Rio Grande do Sul?
    Assisti a dez peças teatrais nos últimos dois meses. Destaco Nossa vida não vale um Chevrolet com direção de Adriane Mottola, O Fantástico Circo teatro de um homem só, da Cia Rústica e Tartufo do grupo Farsa. O estado tem uma produção diversificada e alguns grupos com trabalhos de muita qualidade e que são referências como o Teatro Torto, UTA, Santa Estação, Terreira da Tribo entre outros. O grande desafio é contribuir para a criação de um sistema que consiga dar melhores condições de circulação aos grupos para que as produções não fiquem restritas apenas a sistema de financiamentos públicos e editais.

     Quais as expectativas com as apresentações do Rei Cego no Palco Giratório e circuito Teatro a Mil do SESC?
    Que estas apresentações abram muitas portas para novos projetos e que sejam um momento prazeroso para aqueles que optaram em dividir conosco parte do seu tempo.

      Gostaria de compartilhar mais alguma coisa, pensamento ou idéia neste espaço? Fique a vontade.
    Agradecer pelo espaço e pelo trabalho que vens desenvolvendo através do seu blog (que é uma referência em teatro) e pela parceria que ao longo do tempo estamos mantendo. Foi um exercício interessante refletir sobre a nossa prática, e compreender melhor alguns conceitos que nos eram escuros.
    Queria ainda compartilhar o endereço do nosso sitewww.marcaproducoes.com.br para que conheçam nossos projetos.

    Finalizo com um pequeno trecho do texto de Peter Brook que tem sido uma inspiração:

    “Nunca acreditei em verdades únicas.
    Nem nas minhas nem nas dos outros. (…)
    Mas descobri que é impossível
    viver sem uma apaixonada e absoluta
    identificação com um ponto de vista”.
  • O REI CEGO NA REGIÃO DAS HORTÊNSIAS

    O REI CEGO NA REGIÃO DAS HORTÊNSIAS

           Em Canela as apresentações do espetáculo O Rei Cego dentro do projeto SESC Teatro a Mil, ocorreram nos dias 26 e 27 de abril. A cidade localizada em uma área de serra lindíssima, rodeada de pinheiros e conhecida pelo Parque do Caracol, foi o palco do evento. Cerca de 1.280 crianças prestigiaram a peça que encantou os alunos das escolas da rede municipal de ensino. 
            A turnê pelo SESC continua, próxima cidade: Barra do Ribeiro!

         
  • O REI CEGO NA TERRA DA UVA

    O REI CEGO NA TERRA DA UVA

               Caxias do Sul, 5º cidade da turnê SESC Teatro a Mil foi palco para mais três apresentações do
    espetáculo O Rei Cego, que
    aconteceram nos dias 23 e 24 de abril, no Teatro Municipal Pedro Parenti que
    fica junto à Casa de Cultura. Cerca de 890 crianças das escolas municipais
    prestigiaram a peça e trouxeram seu calor humano em meio ao friozinho da serra.

                 De lá, o Teatro do Clã parte para mais uma cidade: Canela. 




          

  • O REI CEGO SE DESPEDE

    O REI CEGO SE DESPEDE

         
         A temporada na sala Álvaro Moreyra chega ao fim. Esse será o
    último final de semana para assistir à peça O
    Rei Cego
    , que está repleta de elementos mágicos e seres fantásticos. As
    apresentações acontecerão neste sábado (21) e domingo (22) às 16h.
    Ingressos
    a R$10,00 – desconto de 50% para Clube do Assinante ZH, classe artística,
    estudantes e idosos.

     Ainda dá tempo de conferir! 
              
  • O REI CEGO NA TERRA DA FELICIDADE

    O REI CEGO NA TERRA DA FELICIDADE

                  O Rei Cego esteve na cidade que possui o maior índice de
    alfabetização do Brasil
    e foi conferir se os moradores de Feliz fazem jus ao nome. Parece
    que sim. O slogan “Nosso destino é ser
    Feliz
    ” está estampado no rosto de cada um.
                As
    apresentações na 4º cidade da turnê SESC Teatro a Mil aconteceram nos dias 18 e
    19 de abril, no Centro de Cultura da cidade. Mais de 900 crianças das escolas
    municipais, estaduais e da APAE – Associação de Pais dos Amigos Excepcionais
    assistiram ao espetáculo que conta a história de um jovem príncipe que enfrenta
    inúmeros perigos para trazer de volta a visão de seu pai.

                 Agora O Rei Cego parte feliz para a próxima cidade: Caxias do Sul.













              

  • O REI CEGO NA CIDADE DO CALÇADO

    O REI CEGO NA CIDADE DO CALÇADO

          Mais de 1.500 crianças das escolas municipais de Novo Hamburgo prestigiaram as três apresentações do espetáculo O Rei Cego que aconteceram na segunda-feira, 16 e terça-feira, 17 de abril no Centro Municipal de Cultura Paschoal Carlos Magno. As apresentações foram marcadas pela participação dos espectadores que acompanharam com palmas o enredo da peça. Algumas pessoas se emocionaram ao assistirem a trajetória do filho que vai a busca da cura para os olhos do pai.
          O Rei Cego parte para a quarta cidade: Feliz – para dar continuidade ao circuito SESC a mil.

      

                
  • RIO GRANDE A MIL COM O REI CEGO

    RIO GRANDE A MIL COM O REI CEGO

                         A passagem do Teatro do Clã por Rio Grande foi marcada por sorrisos e brilho nos olhos. O Rei Cego foi apresentado no Teatro Municipal da cidade nos dias 12 e 13 de abril em três sessões que foram marcadas pela ótima receptividade do público.
    No dia 12 o Clã fez sua primeira apresentação na cidade, apenas para escolas. Dia 13 fizeram duas sessões: a primeira às 10h da manhã e outra às 15h, como é o padrão proposto pelo SESC dentro da circulação do Teatro à mil. O diferencial foi que de um dia para outro, a comunidade ficou sabendo do espetáculo e veio conferir.  De acordo com Luciana Cozza, da Secretaria de Educação de Rio Grande: “Percebi diversas chamadas no meu telefone de números estranhos. Para minha surpresa eram pessoas da comunidade querendo mais informações sobre o espetáculo e perguntando se poderiam vir assistir”, comenta Luciana.
                         A passagem do Rei Cego por Rio Grande envolveu mais de 1.200 alunos da rede municipal de ensino. Além dos olhos brilhantes do nosso público, trouxemos também o carinho que cultivamos pela equipe do Teatro Municipal e a certeza de que voltaremos em breve. De acordo com Marcos Cardoso, ator do Teatro do Clã: “O teatro se estabelece através dessa relação de troca na qual os atores e o público são cúmplices da mesma magia”. Esperamos em breve estar junto à comunidade rio-grandina, para celebrarmos mais momentos especiais como os que tivemos.” 

                        

  • O REI CEGO NA TERRA DO FAROL

    O REI CEGO NA TERRA DO FAROL

    Santa Vitória do Palmar foi a cidade em que se deu o início da turnê SESC Teatro a Mil, do Teatro do Clã. Mais de 920 crianças do 3º ao 9º ano, das escolas municipais – zona urbana e rural – prestigiaram as três apresentações que aconteceram no Clube Comercial, no centro da cidade. Segundo Bruno – 13 anos: “gostei do espetáculo e queria que tivesse mais vezes na cidade”. 
    Cássio Azeredo, diretor do espetáculo, comenta: “a experiência em Santa Vitória foi marcante pra todos nós. Muitas crianças que acompanhavam o Rei Cego, nunca tinham assistido a uma peça de teatro, e ter sido o primeiro contato delas com a arte teatral é uma honra da qual nos orgulhamos muito”, finaliza.
    O grupo segue para Rio Grande, para dar continuidade à turnê, onde acontecem mais três apresentações do espetáculo O Rei Cego.



  • Estreia na Sala Álvaro Moreyra

    Estreia na Sala Álvaro Moreyra

    A apresentação do Rei Cego, que marcou a estreia da temporada profissional do Teatro do Clã em Porto Alegre foi muito bacana. Aproximadamente 35 pessoas estiveram presentes ontem, no sábado de feriadão de Páscoa, na sala Álvaro Moreyra para acompanhar a história do jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer a visão de seu pai de volta.
    Hoje às 16h, o grupo dará continuidade às apresentações, que se estendem até o dia 22 de abril, sábados e domingos sempre às 16h.

    Esperamos vocês!
  • AGRADECIMENTO

    AGRADECIMENTO

    “Teatro não se faz sozinho” e com as parcerias que o Teatro do Clã vem agregando podemos desenvolver nosso trabalho, nossa pesquisa e fazer teatro. Normalmente somos nós quem procuramos pelas parcerias que, vendo a seriedade de nosso trabalho, nos apóiam. Porém, certo dia fomos procurados. Sabendo de nosso trabalho pelos meios de comunicação, o Dr. Avelino que trabalha em Brochier (minha cidade natal) procurou  o grupo e ofereceu ajuda. E graças a esse contato, agora temos um Bumbo Legüero novinho e personalizado. Com as aulas dos professores Luciano Rodhen e Marcos Chaves o bumbo foi inserido no espetáculo e nossas músicas ganharam um brilho a mais.
    Muito obrigado ao Dr. Avelino pela iniciativa e pelo reconhecimento da nossa arte!

    Tuti Kerber, atriz do Teatro do Clã

  • 2012 promete ser o grande ano da Fábrica!

                O ano de 2012 promete ser o grande ano da Fábrica de Sonhos. Isso porque o projeto inicia o ano como uma referência em teatro-educação do sul do país.

    O ano de 2011 trouxe a consolidação da metodologia de teatro-educação do projeto. Metodologia essa que resultou em 23 diferentes apresentações teatrais em cinco diferentes cidades através de oito dias de mostras. Cada Mostra envolveu mais de 400 alunos e o público aproximado foi de 2.000 pessoas.

    Além disso, os grupos do projeto que participaram de Festivais de Teatro trouxeram 38 prêmios para a Fábrica. De acordo com o professor Cassiano Azeredo, esses prêmios legitimam o sistema de trabalho desenvolvido pelo projeto: “Nossa metodologia trabalha o teatro como um instrumento para educação do aluno/artista sem esquecer que estamos trabalhando com arte, o que requer um cuidado quanto à qualidade do que se leva ao palco. Esses prêmios servem como reconhecimento do trabalho que estamos desenvolvendo e nos motivam a trabalhar cada vez mais” comenta Cássio.

    A Fábrica de Sonhos envolveu mais de 300 pessoas na nossa Mostra de Teatro Independente – MOTIN 2011 – e o Retiro dos Sonhos foi uma experiência marcante para nossos alunos: “O retiro foi fantástico. Mexeu comigo para sempre e o MOTIN? Ah! Eu quero isso todo dia!” Comenta a aluna Stephane, do grupo Cine Teatro, de Dois Irmãos. Uma das novidades desse ano é que o MOTIN 2012 já tem local e data marcada: acontecerá em Salvador do Sul, dia 1° de setembro.

    Outra novidade é que uma nova cidade passa a fazer parte do projeto: São José do Sul. Os alunos desse município também estarão envolvidos nas atividades da Fábrica. Hoje nosso projeto conta com mais de 500 alunos coordenados por dois professores e divididos em cinco cidades de atuação. São elas: Farroupilha, Salvador do Sul, Dois Irmãos, Pareci Novo e São José do Sul.

    Nosso blog estará divulgando nossas atividades e vai trazer informações semanais sobre arte e cultura. Além disso, o site da Marca Produções Culturais estará divulgando todos os projetos desenvolvidos pela empresa.

                                    Visite: www.marcaproducoes.com.br

    Finalizamos as boas notícias agradecendo aos alunos, pois graças a vocês hoje a Fábrica de Sonhos é uma referência em teatro-educação no estado.

     Sejam bem-vindos alunos e artistas! Vamos fazer de 2012 o ano da Fábrica!

  • O REI CEGO NO PROJETO TEATRO A MIL – SESC

    O REI CEGO NO PROJETO TEATRO A MIL – SESC

                    Em abril, O Rei Cego integrará a programação do projeto Teatro A Mil, promovido pelo Arte Sesc – Cultura por toda parte. As apresentações acontecem nos dias 10 e 11/04 – Santa Vitória do Palmar, 12 e 13/04 – Rio Grande, 16 e 17/04 – Novo Hamburgo, 18 e 19/04 – Feliz, 23 e 24/04 – Caxias do Sul, 26 e 27/04 – Canela e 30/04 – Barra do Ribeiro, sendo três apresentações em cada cidade, sempre em dois horários: às 10h e às 15h. Consulte nossa Agenda.
                   O projeto Teatro a Mil do Sesc trata-se de uma maratona cultural que visa levar o teatro infantil a diversas regiões do Estado em apresentações gratuitas.
                Sobre o Sesc – No Rio Grande do Sul, o Sesc está presente em mais de 450 municípios com atividades sistemáticas em áreas como a saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania, turismo e educação. Desta forma, o Sesc/RS desempenha o papel social assim como o Senac/RS o da qualificação profissional do Sistema Fecomércio-RS que atua em âmbito econômico, político e social pela constante qualificação e crescimento do setor terciário gaúcho. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.sesc-rs.com.br.

         
  • O REI CEGO NA SALA ÁLVARO MOREYRA

    O REI CEGO NA SALA ÁLVARO MOREYRA

    Abril marca a estréia das apresentações do Rei Cego em 2012.

    Após temporada em 2011, através da aprovação no projeto Novas Caras, em 2012 o Teatro do Clã foi selecionado para sua primeira temporada profissional na capital. Dezenove grupos concorriam às quatro vagas disponibilizadas para teatro infantil pelo edital de ocupação dos teatros municipais da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. O Teatro do Clã foi selecionado com o espetáculo O Rei Cego. Além deste, Jogos de Inventar, Cantar e Dançar, Porto Alegre no Livro das Crianças Perdidas e A Caravana da Alegria, completam os espetáculos selecionados no primeiro semestre.

    A temporada acontece na Sala Álvaro Moreyra – Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre, de 07 a 22 de abril de 2012 – sábados e domingos às 16h, totalizando seis apresentações. Ingressos a R$10,00 – desconto de 50% para Clube do Assinante ZH, classe artística, estudantes e idosos. 
  • PEQUENO RELATO III

    PEQUENO RELATO III

          Abaixo, breve depoimento de Marcos Chaves

    sobre oficina com o Teatro do Clã.
       O Teatro do Clã tem um cuidado especial com a musicalidade cênica, tal atitude é louvável nas artes cênicas. Compartilho das colocações de Silvia Davini quando a autora relata que a cultura ocidental é visual, observo que na arte teatral costumamos valorizar na montagem – além da atuação – elementos como figurino, cenário, iluminação… Geralmente a sonoridade é deixada para segundo plano, ou pesquisada apenas nas músicas de cena. Quando o Clã me convidou para a preparação vocal/ musical de “O Rei Cego”, espetáculo já em andamento, aceitei com prazer porque tal tema me interessa muito, oportunidade de trocar experiências sonoras. E assim os encontros foram marcantes, em uma pequena e bonita cidade de nome sugestivo: Harmonia. Quer melhor treinamento vocal/ musical do que em Harmonia? Conheci o espetáculo para crianças citado e gostei das soluções sonoras encontradas. As sugestões que nasceram de nosso processo foram resultado de percepção auditiva aguçada de cada integrante. Júlio, Marcos, João, Tuti, Jenny e Cássio deram o ingrediente principal para a preparação: interesse e dedicação. Tenho certeza que “O Rei Cego” terá longa estrada pela frente, e que a peça crescerá cada vez mais porque o grupo é cuidadoso e procura sempre aprimorar o trabalho. Vocalmente hoje, após nossa divertida interação, o grupo tem novas possibilidades e em conjunto – cada vez mais com a prática – exploram diferentes melodias com enfoque em… Harmonia! Parabéns pelo trabalho, pessoal! E que possamos nos encontrar posteriormente e ampliar o debate a respeito da musicalidade teatral… Esse tema nunca se esgotará!

    Marcos Chaves